Evolução da Ciência e da Arqueologia
O ano passado presenciamos um dos factos mais comoventes e esperados por todos os amantes das ciências da cultura egípcia, pois pela primeira vez na história decifrou-se a possível cara de uns dos faraós chamado Tutankhamon.
Com certeza que vocês já ouviram falar sobre este jovem faraó do Antigo Egipto, mas para que não fiquem com dúvidas de quem foi Tutankhamon iremos contar-lhe a sua história.
Tutankhamon foi um faraó do Antigo Egipto que morreu ainda na adolescência. Assumiu o trono quando tinha nove anos (aproximadamente). Entre os factos mais importantes do seu reinado encontramos o seu restauro dos antigos cultos aos deuses e os privilégios do clero.
Tutankhamon morreu aos 19 anos de idade sem herdeiros. Como morreu tão jovem o seu túmulo não tem a magnitude e dedicação que os outros faraós apresentam, contudo é o túmulo de Tutankhamon que mais curiosidade desperta nos peritos da ciência e da cultura egípcia, pois foi uma das raras sepulturas encontradas quase intacta. Este descobrimento data de 1922 quando foi aberta encontrando no seu interior tecidos, mobília, armas e textos sagrados que revelam muito sobre o Egipto de 3400 anos atrás.
Outros dos factos que levanta muita curiosidade e intriga é a causa da sua morte. Num primeiro momento pensava-se que tivesse morrido assassinado, pois as condições políticas e sociais eram favoráveis para essa possibilidade até chegaram a pronunciar nomes como por exemplo Ai e Horemheb. Mas em 2006, o médico Ashraf Selim com base em novas e sofisticadas análises, apresentou novas evidências que sustentam a teoria de que o rei teria falecido vítima de complicações associadas a uma fractura da perna direita provocada por uma queda que Tutankhamon sofreu quando ia a conduzir o seu caro.
Tutankhamon, à semelhança de outros faraós e reis da antiguidade supostamente também tem uma maldição. Esta, segundo a tradução dos hieróglifos feita pela equipa do arqueólogo Howard Cárter, dizia que: “A morte abaterá com suas asas quem perturbar o sono do Faraó”. Mito ou não, sete nãos depois já eram treze os membros da equipa que estavam mortos. O primeiro a morrer foi Carnarvon o promotor da expedição. Curiosamente também o seu cão morreu e houve um vazio de puder no Egipto.
Agora fica acreditar ou não, mas se pensarmos, tem certa ligação esta ocorrência, pois foi a única sepultura que não foi saqueada pelas diversas disputas da antiguidade que aconteceram.
Após 85 anos de todas estas descobertas realizadas pela equipa do arqueólogo Howard Carterem comunicado oficial em o conselho supremo das antiguidades egípcia anunciou a revelação do rosto de um dos mais enigmáticos faraós do Egipto.
O rosto encontra-se intacto devido ao antigo processo de mumificação, ao contrário do corpo.
Em 2005, uma investigação exaustiva á múmia do jovem faraó, feita a partir de inovadoras técnicas de digitalização em três dimensões.
